COM A OBSERVAÇÃO QUE FOI EM PLACAR AGREGADO. NUM JOGO SÓ, SÓ AS COCOTAS MESMO!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
CLUBE ACIONA TJD CONTRA MEIA DO RIVAL
O departamento jurídico do Cruzeiro ingressou no Tribunal de Justiça
Desportiva (TJD-MG), na tarde desta quarta-feira, com duas
representações contra o meia-atacante do rival, Ronaldinho Gaúcho,
por agressão e por incitar a violência na comemoração do seu gol, na
vitória celeste por 2 a 1, domingo passado, no Mineirão, que garantiu o
título estadual ao time atleticano, que havia vencido o jogo de ida, da
decisão, por 3 a 0.
De acordo com o diretor de comunicação do Cruzeiro, Guilherme Mendes,
as representações do clube, que quer a punição de Ronaldinho, são
referentes a duas situações. A primeira, por agressão ao volante
Leandro Guerreiro, e a outra por incitar a violência ao simular o
arremesso de uma granada em direção à torcida torcida cruzeirense na
comemoração do gol, marcado por ele em cobrança de pênalti. Ambos os
lances aconteceram na segunda etapa do clássico.
O departamento jurídico do Cruzeiro alega que Ronaldinho desferiu uma cabeçada no queixo de Leandro Guerreiro em disputa de bola
na área celeste. No lance, o juiz, Pedro Vuaden assinalou falta do
camisa dez alvinegro e deu cartão amarelo para o atleta.
A comemoração polêmica ao descontar em cobrança de pênalti, aos 33
minutos do segundo tempo, foi pouco vista já no momento do gol, mas
repercutiu muito após a partida, depois que um vídeo foi postado no
youtube com a simulação do lançamento da granada, feito pelo camisa 10
atleticano, se espalhou pela internet.
Depois de dançar “funk” com outros companheiros, Ronaldinho Gaúcho
chega perto da torcida do Cruzeiro e encena abrir uma granada e jogar
nos torcedores. Em seguida, o jogador coloca a mão nos ouvidos,
tampando-os, como se não quisesse ouvir o barulho da 'explosão' e sai
correndo para o campo do timeco dele para o recomeço da partida.
A súmula do jogo, elaborada pelo árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden e
publicada no site da Federação Mineira de Futebol não faz nenhuma
referência à comemoração do gol por Ronaldinho. Já no lance em que o
Cruzeiro reclama de agressão a Leandro Guerreiro, ele relatou empurrão
do camisa 10 atleticano, justificando assim o cartão amarelo.
FONTE: UOL
COMENTÁRIO DA NOTÍCIA
É um rebuliço que o Cruzeiro está fazendo e que, na minha opinião, não vai dar em nada. O primeiro argumento, que o jogador agrediu Leandro Guerreiro, é quase fazer o TJD e, posteriormente, o STJD, a apitar após a partida, pois trata-se de discutir um critério de arbitragem. Na minha forma de ver, é algo que não vai repercutir e cheira a apenas tentar mexer com o adversário às vésperas de um jogo da Libertadores. Se foi isso que o Cruzeiro quis fazer, tomara que dê certo! O segundo argumento, de que o jogador do rival simulou uma granada, para mim, não é incitar a violência. Esse tema, aliás, anda muito deturpado e o futebol está ficando até chato, pois cada vez mais há repressão sobre isso ou aquilo. Se acharem um vídeo desse jogador, ou de qualquer outro, declarando que os torcedores apedrejem o ônibus do rival, que agridam os torcedores do rival, ou algo do tipo, aí sim. Mas simular algo, brincar com uma situação, não acredito que vá dar resultado. O futebol sempre foi um palco de criatividade e cabe aos participantes saberem lidar com situações como esta. Mas tomara que essa representação faça efeito no jogo das galinhas hoje. Seria ótimo ver esse time rosa levar uma tamancada lá no México.
ATRITOS LONGE DE UM FIM
Os atritos entre Cruzeiro e Minas Arena parecem estar longe de serem
sanados. Depois de o presidente celeste Gilvan de Pinho Tavares falar
sobre a possibilidade de rescisão de contrato com a concessionária, o
gerente de futebol Valdir Barbosa acusou a empresa de falta de
transparência e má vontade com o Cruzeiro.
“O Cruzeiro quer transparência. A Minas Arena apresenta no borderô os gastos dela e não apresenta nota. Nós sabemos que tem funcionário aqui dentro que ganha R$ 3.800 por jogo ou R$ 2.500, tem vários assim. O Cruzeiro assume 70% das despesas de todos os jogos. Essa relação de cachês nunca foi apresentada para nós. Só se viu isso uma vez durante uma reunião do clássico Cruzeiro e América, em que um funcionário deixou este papel em cima da mesa, que alguém viu e logo pegaram para ninguém ler”, disparou Valdir, em entrevista à Rádio Itatiaia.
“O Cruzeiro poderia estar pagando menos. O Cruzeiro gostaria de ver especificada a despesa da Minas Arena. A gente acredita que é excesso de zelo ou incompetência administrativa. Há também falta de respeito. Quando o Cruzeiro chega ao estádio, parece que não é parceiro, que não tem um contrato assinado por 25 anos, é um mero participante. A questão do hino foi a gota d’água. No próprio clássico ocorreram coisas desagradáveis, alguns deboches, inclusive, de pessoas com história no clube”, completou, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Valdir Barbosa acusou a Minas Arena de débito com o Cruzeiro, embora a concessionária tenha dito que está em dia com os pagamentos ao clube dos R$ 2 milhões, relativos à assinatura do contrato de fidelização.
“A Minas Arena nos deve, há quase 30 dias, R$ 500 mil das luvas que foram acertadas em contrato quando da assinatura do mesmo. Foi vencido o boleto em 28 do mês passado. A nossa parte da renda no primeiro jogo do estádio, contra o Atlético, foi parar em São Paulo. Porque a empresa que fazia o controle do dinheiro, não sei por que, a Minas Arena é quem deve explicar, levou o dinheiro para São Paulo. Ficamos 10 dias sem saber onde estava o dinheiro, cada hora um dava uma informação e o dinheiro não aparecia”, revelou.
“Em outras épocas, o clube recolhia o dinheiro na hora, o dinheiro é do clube. Por que o dinheiro tem que sair? Ninguém vai brigar por um atraso de 24 horas, ou 48 horas, por questões burocráticas, mas oito, nove, dez dias? Há pendências daquele jogo que até hoje não foram acertadas. Pequenas pendências, mas existem”, completou.
Por fim, Valdir Barbosa salientou que o Cruzeiro abriu mão da multa de R$ 2,5 milhões para o show de Paul McCartney para receber apenas R$ 400 mil, em uma atitude cordial com a empresa, mas, a partir de agora, o contrato será cumprido à risca pelo clube, sem abertura para negociações.
“O Cruzeiro poderia ter cobrado uma multa de R$ 2,5 milhões, não cobrou, cobrou uma quantia muito inferior. O Cruzeiro demonstra flexibilidade quando necessário, mas a Minas Arena não. Agora, vamos exigir que o contrato seja cumprido integralmente, conforme a Minas Arena nos coloca. Vamos conversar com o governador, se necessário for, porque do jeito que a coisa caminha é insustentável, passamos do limite da tolerância”.
“O Cruzeiro quer transparência. A Minas Arena apresenta no borderô os gastos dela e não apresenta nota. Nós sabemos que tem funcionário aqui dentro que ganha R$ 3.800 por jogo ou R$ 2.500, tem vários assim. O Cruzeiro assume 70% das despesas de todos os jogos. Essa relação de cachês nunca foi apresentada para nós. Só se viu isso uma vez durante uma reunião do clássico Cruzeiro e América, em que um funcionário deixou este papel em cima da mesa, que alguém viu e logo pegaram para ninguém ler”, disparou Valdir, em entrevista à Rádio Itatiaia.
“O Cruzeiro poderia estar pagando menos. O Cruzeiro gostaria de ver especificada a despesa da Minas Arena. A gente acredita que é excesso de zelo ou incompetência administrativa. Há também falta de respeito. Quando o Cruzeiro chega ao estádio, parece que não é parceiro, que não tem um contrato assinado por 25 anos, é um mero participante. A questão do hino foi a gota d’água. No próprio clássico ocorreram coisas desagradáveis, alguns deboches, inclusive, de pessoas com história no clube”, completou, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Valdir Barbosa acusou a Minas Arena de débito com o Cruzeiro, embora a concessionária tenha dito que está em dia com os pagamentos ao clube dos R$ 2 milhões, relativos à assinatura do contrato de fidelização.
“A Minas Arena nos deve, há quase 30 dias, R$ 500 mil das luvas que foram acertadas em contrato quando da assinatura do mesmo. Foi vencido o boleto em 28 do mês passado. A nossa parte da renda no primeiro jogo do estádio, contra o Atlético, foi parar em São Paulo. Porque a empresa que fazia o controle do dinheiro, não sei por que, a Minas Arena é quem deve explicar, levou o dinheiro para São Paulo. Ficamos 10 dias sem saber onde estava o dinheiro, cada hora um dava uma informação e o dinheiro não aparecia”, revelou.
“Em outras épocas, o clube recolhia o dinheiro na hora, o dinheiro é do clube. Por que o dinheiro tem que sair? Ninguém vai brigar por um atraso de 24 horas, ou 48 horas, por questões burocráticas, mas oito, nove, dez dias? Há pendências daquele jogo que até hoje não foram acertadas. Pequenas pendências, mas existem”, completou.
Por fim, Valdir Barbosa salientou que o Cruzeiro abriu mão da multa de R$ 2,5 milhões para o show de Paul McCartney para receber apenas R$ 400 mil, em uma atitude cordial com a empresa, mas, a partir de agora, o contrato será cumprido à risca pelo clube, sem abertura para negociações.
“O Cruzeiro poderia ter cobrado uma multa de R$ 2,5 milhões, não cobrou, cobrou uma quantia muito inferior. O Cruzeiro demonstra flexibilidade quando necessário, mas a Minas Arena não. Agora, vamos exigir que o contrato seja cumprido integralmente, conforme a Minas Arena nos coloca. Vamos conversar com o governador, se necessário for, porque do jeito que a coisa caminha é insustentável, passamos do limite da tolerância”.
FONTE: SUPERESPORTES
CRUZEIRO X RESENDE - NOTAS DO JOGO
BLOG SITE CRUZEIRO ONLINE
O Cruzeiro fez um treino de luxo, ontem, na despedida temporária do Mineirão. Um 4 a 0 que poderia ser muito mais que isso, caso forçasse a barra. Mas que valeu para alguns jogadores, principalmente aos estreantes Dedé e Lucca, que tiveram seus nomes cantados pela torcida. No primeiro tempo, o destaque da partida foi Dagoberto, que marcou o primeiro gol e foi o atleta mais acionado. No segundo tempo ele caiu. Quem mostrou frieza e tempo de bola foi Borges, que não fez uma partida brilhante, mas marcou duas vezes e foi o destaque do jogo. A ele damos a nota 8,5. Destaque porém às atuações de Lucas Silva, Diego Souza, Dedé, Elber e Lucca.
DEMAIS NOTAS:
Fábio - 6,0
Ceará - 6,5
Bruno Rodrigo - 6,5
Dedé - 7,5
Egídio - 6,5
Leandro Guerreiro - 6,5
Nilton - 6,0
Everton Ribeiro - 6,0
Diego Souza - 7,0
Dagoberto - 7,5
Borges - 8,5
Lucca - 7,0
Elber - 7,0
Lucas Silva - 7,5
RESUMÃO DE QUINTA
O volante Nilton foi substituído durante o jogo
Cruzeiro e Resende, pela Copa do Brasil, nesta quarta-feira. Em lance
com o estreante Dedé, o meio-campista pisou no pé do companheiro e teve
uma torção no tornozelo. Ele passa a ser dúvida para a estreia do
Campeonato Brasileiro, no próximo domingo, às 18h30, no Independência,
diante do Goiás.Até agora, o jogador ficou de fora de apenas uma partida do Cruzeiro no ano. Lucas Silva, que o substituiu ontem, e bem, caso o titular não se recupere, pode ser o substituto do jogador diante do Goiás.
O jogo de ontem representou um “até
breve” da torcida cruzeirense ao Mineirão. Isso porque o clube celeste
ficará quase dois meses longe do Gigante da Pampulha, por conta da Copa
das Confederações. A partida contra o Goiás, na estreia do
Brasileirão, neste domingo, será disputada no Independência. Já os
jogos contra Corinthians e Internacional ocorrerão na Arena do Jacaré. Além
desses, outros possíveis duelos pela Copa do Brasil também ocorrerão
fora do Mineirão até o início de julho. O clube celeste volta
oficialmente ao Gigante da Pampulha em 14 de julho, contra o Náutico,
pela sétima rodada do Brasileiro. Na nossa opinião, todos os campeonato deveriam parar, para que ninguém ficasse prejudicado. O Cruzeiro sai perdendo muito em deixar o Mineirão e jogar no interior. O sócio, ainda mais. Pois paga e não pode ir. Ou, se for, é mais um gasto que tem. A CBF, para variar, nunca pensa em questões assim. Tão somente em dividir o bolo de dinheiro com a Fifa, sua parceira em falcatruas.
O Cruzeiro é um time que pode se dar ao luxo de formar atletas promissores. Contudo, eles vêm tendo dificuldades em ter oportunidades porque a diretoria contratou muitos atletas de nome e que, rendendo ou não, dificilmente saem do time. Como apoiador da base, acredito que jovens valores como Lucas Silva, Elber e Mayke deveriam participar mais das partidas. Ontem gostei muito da participação do menino Lucas, que mostrou personalidade e disposição e do Elber, que entra sempre bem por aquela ponta-direita. O Cruzeiro deve deixar de ser um time escalado por nome e começar a ser montado baseado nas qualidades de seus atletas, que deixem o time mais ágil e envolvente. Olho nisso, Marcelo!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
DEU A LÓGICA. E COM GOLEADA
Cruzeiro joga o suficiente para golear o Resende. Raposa marca 4 a 0 e Lucca marca em sua estreia com a camisa azul
POR: JOÃO VITOR VIANA
Um jogo movimentado no primeiro tempo, com mais tentativas de gol e um segundo tempo de experiências, sobretudo com a juventude do Cruzeiro. Quem acompanhou as duas partidas, viu dois Cruzeiros: um mais técnico e pesado e outro mais rápido e ousado. No primeiro tempo, vencido por 2 a 0, o Cruzeiro jogou mais pelos lados do campo, explorando a técnica de Dagoberto e a força do meio-campo. No segundo, explorou a velocidade de Elber e Lucca, além de contar um um passe mais rápido no meio.
O Cruzeiro saiu na frente rapidamente, em falha clamorosa de Mauro. Dagoberto, de falta, fez 1 a 0. O segundo gol saiu em outra jogada de bola parada. Em cobrança de escanteio, Nilton desviou a bola que encontrou Borges, livre, que só empurrou para as redes. Foi um primeiro tempo que o Resende não atacou uma vez sequer e o Cruzeiro finalizou 15 vezes a gol.
Para o segundo tempo, Lucas Silva entrou no lugar de Nilton, que se machucou no último lance do primeiro tempo, em trombada com Dedé. E Lucas fez um segundo tempo muito bom. Ousou nas viradas de bola, marcou em curta distância, bateu a gol e até cobrou falta, mostrando uma disposição evidente e uma postura de quem quer ter mais oportunidades no time titular. Fez uma boa partida o garoto. Quem também entrou bem foi Elber, quem sempre defendo, pois é uma válvula de escape pela direita. Na velocidade, principalmente na segunda etapa, envolve a marcação e é sempre uma boa alternativa. Tempos depois, Lucca entrou. Sem ritmo ainda, errou passes curtos, ainda se adapta ao time, mas mostrou qualidade. Tanto que marcou o quarto gol do time, em cruzamento de Elber. O terceiro gol do Cruzeiro havia sido marcado no início do segundo tempo, com Borges, que escapara pela direita e acertou belo chute cruzado, sem chance para Mauro.
Mais de 11 mil pessoas estiveram presentes ao estádio e puderam acompanhar um bom jogo de futebol. Sinceramente, mesmo ainda não sendo um teste à altura do Cruzeiro, o segundo tempo mostrou um time próximo daquilo que desejo ver no Cruzeiro. Um time mais novo, mais rápido, menos previsível e mais disposto. Com Lucas, Elber e Lucca, na minha opinião, mesmo chutando menos a gol, o Cruzeiro mostrou um futebol mais envolvente, com tabelas, velocidade, ousadia. Quem sabe, depois dessa partida, Marcelo Oliveira comece a repensar a forma de o time jogar. Gostei do que vi, principalmente na segunda etapa. Cabe ao Marcelo começar a gostar de um time mais novo, mais rápido e menos pragmático.
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FOCO É A COPA DO BRASIL
Como venceu o primeiro confronto com o adversário, dia 1ª de maio, por 2
x 1, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ, a Raposa
garante vaga na terceira fase em caso de nova vitória, qualquer empate
ou até mesmo derrota por 1 x 0. Se perder por 2 x 1, a classificação
será decidida através de cobranças de pênaltis.O vencedor do confronto entre Cruzeiro e Resende-RJ terá como adversário na etapa seguinte da Copa do Brasil, o Atlético-GO, que eliminou o Cianorte-PR, com vitória por 3 x 1, no estádio Albino Turbay, em Cianorte-PR, sem a necessidade de fazer o jogo de volta.
“Agora o foco todo é a Copa do Brasil, não é fácil, a gente tem uma certa vantagem, mas temos que estar da mesma forma mobilizados. Acho que o desafio é esse, de criar uma constância de jogo, uma mobilização sempre em qualquer jogo que vá jogar e jogar forte, jogar agressivamente e é isso que a gente espera do time amanhã (quarta-feira)”, declarou o técnico Marcelo Oliveira.
Já o estreante Dedé, que conhece bem o adversário, espera que a Raposa encare a partida como uma final para não ser surpreendida e seguir rumo ao quinto título da Copa do Brasil.
"Eu já conheço, joguei esse ano contra o Resende-RJ, conheço as características dos atacantes. Uma equipe que deu trabalho no primeiro jogo. Se entrarmos com corpo mole, eles podem nos preocupar. Nossa equipe está focada, bem psicologicamente e fisicamente”, comentou.
“É saber jogar a competição. Não existe atalho, porque são sempre dois jogos. Então, eu já tive essa oportunidade e o Cruzeiro tem quatro títulos. É muito bom ser campeão. Espero viver esse momento que vivi pelo Vasco aqui no Cruzeiro”, concluiu.
FONTE: SITE OFICIAL DO CRUZEIRO
FMF DESMENTE MINAS ARENA
A Federação Mineira de Futebol (FMF), diferentemente do que alegou a
Minas Arena, concessionária que administra o Mineirão, informou que não
planejou, em momento algum, a execução do hino do clube campeão, após a
decisão desse domingo, entre Cruzeiro e Atlético-MG. Após receber duras
críticas do clube celeste, que, inclusive, afirmou que seria vítima de
um “golpe vil”, a Minas Arena, para se defender, em nota, garantiu que
apenas adotou um procedimento padrão, em acordo com a FMF.
“A Minas Arena ainda reitera que a execução do hino do clube vencedor
do Campeonato Mineiro aconteceu após o término da partida em
complementação à solenidade padrão de entrega do troféu promovida pela
organizadora do espetáculo, a Federação Mineira de Futebol. A veiculação
de mídia para o telão e a execução do hino já estavam preparadas para
ambos os times”.
No entanto, a entidade que organiza o futebol de Minas Gerais informou
que estavam previstas apenas a solenidade no pódio, armado à beira do
gramado, e as entregas de medalhas e troféu, sem nenhum acerto para que o
hino fosse executado.
Muito chateado com o ocorrido, em notificação extrajudicial, o
presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, afirmou que o contrato
entre as partes, firmado por 25 anos, pode até mesmo ser rescindido.
FONTE: GLOBOESPORTE
COMENTÁRIO DA NOTÍCIA
Isso só leva a crer que a Minas Arena procurou uma desculpa esfarrapada para justificar um erro injustificável. Jogou a bomba para cima da FMF, que devolveu. Nunca vi acordo que a outra pessoa não sabia do feito. Ou seja, a Minas Arena errou, não assumiu o erro e agora fica com a cara no chão, mais uma vez, por ser dirigida por pessoas incompetentes e sem noção. Na casa do Cruzeiro, não toca hino de galinha!
MINAS ARENA RESPONDE INDIGNAÇÃO DO CRUZEIRO
Após o Cruzeiro protestar e ameaçar rescindir contrato de parceria, a
Minas Arena divulgou nota, nesta terça-feira, para responder as
reclamações do presidente Gilvan de Pinho Tavares. Em nenhum momento, a
concessionária citou a possibilidade de quebra de contrato.
A respeito da execução do hino do rival ao fim da segunda partida da decisão
do Campeonato Mineiro, a Minas Arena alega que a atitude fez parte da
cerimônia de entrega de medalhas e troféu ao campeão. “A veiculação de
mídia para o telão e a execução do hino já estavam preparadas para ambos
os times”, disse.
“A empresa entende que a grande paixão dos torcedores move o futebol brasileiro. Porém, como gestora de um equipamento tão significativo para todos os mineiros, é importante que a Minas Arena saiba gerir o Mineirão com imparcialidade, como se empenha em fazer”, acrescentou.
A concessionária ainda negou que estivesse inadimplente com o Cruzeiro e citou o prazo para o pagamento da última parcela dos R$ 2 milhões pagos ao clube no ato da assinatura do contrato de fidelização, válido por 25 anos. “Conforme a cláusula 11.1 do contrato, a última parcela dos pagamentos vencerá em 31 de maio deste ano e as demais já foram quitadas. Portanto, não existe inadimplência da empresa com o Cruzeiro Esporte Clube”, alegou.
Leia a nota divulgada pela concessionária:
INFORMAÇÃO À IMPRENSA
Em relação à notificação divulgada hoje pelo Cruzeiro Esporte Clube, a Minas Arena esclarece ao torcedor cruzeirense que sente grande orgulho em saber que a torcida celeste considera o novo Mineirão como a sua casa e procura retribuir esta deferência aprimorando cada vez mais a parceria firmada com o clube.
Desta forma, a Minas Arena informa que vem realizando reuniões periódicas com a diretoria do Cruzeiro e cumprindo integralmente o contrato de fidelização com a agremiação. Conforme a cláusula 11.1 do contrato, a última parcela dos pagamentos vencerá em 31 de maio deste ano e as demais já foram quitadas. Portanto, não existe inadimplência da empresa com o Cruzeiro Esporte Clube.
A Minas Arena ainda reitera que a execução do hino do clube vencedor do Campeonato Mineiro aconteceu após o término da partida em complementação à solenidade padrão de entrega do troféu promovida pela organizadora do espetáculo, a Federação Mineira de Futebol. A veiculação de mídia para o telão e a execução do hino já estavam preparadas para ambos os times.
A empresa entende que a grande paixão dos torcedores move o futebol brasileiro. Porém, como gestora de um equipamento tão significativo para todos os mineiros, é importante que a Minas Arena saiba gerir o Mineirão com imparcialidade, como se empenha em fazer.
“A empresa entende que a grande paixão dos torcedores move o futebol brasileiro. Porém, como gestora de um equipamento tão significativo para todos os mineiros, é importante que a Minas Arena saiba gerir o Mineirão com imparcialidade, como se empenha em fazer”, acrescentou.
A concessionária ainda negou que estivesse inadimplente com o Cruzeiro e citou o prazo para o pagamento da última parcela dos R$ 2 milhões pagos ao clube no ato da assinatura do contrato de fidelização, válido por 25 anos. “Conforme a cláusula 11.1 do contrato, a última parcela dos pagamentos vencerá em 31 de maio deste ano e as demais já foram quitadas. Portanto, não existe inadimplência da empresa com o Cruzeiro Esporte Clube”, alegou.
Leia a nota divulgada pela concessionária:
INFORMAÇÃO À IMPRENSA
Em relação à notificação divulgada hoje pelo Cruzeiro Esporte Clube, a Minas Arena esclarece ao torcedor cruzeirense que sente grande orgulho em saber que a torcida celeste considera o novo Mineirão como a sua casa e procura retribuir esta deferência aprimorando cada vez mais a parceria firmada com o clube.
Desta forma, a Minas Arena informa que vem realizando reuniões periódicas com a diretoria do Cruzeiro e cumprindo integralmente o contrato de fidelização com a agremiação. Conforme a cláusula 11.1 do contrato, a última parcela dos pagamentos vencerá em 31 de maio deste ano e as demais já foram quitadas. Portanto, não existe inadimplência da empresa com o Cruzeiro Esporte Clube.
A Minas Arena ainda reitera que a execução do hino do clube vencedor do Campeonato Mineiro aconteceu após o término da partida em complementação à solenidade padrão de entrega do troféu promovida pela organizadora do espetáculo, a Federação Mineira de Futebol. A veiculação de mídia para o telão e a execução do hino já estavam preparadas para ambos os times.
A empresa entende que a grande paixão dos torcedores move o futebol brasileiro. Porém, como gestora de um equipamento tão significativo para todos os mineiros, é importante que a Minas Arena saiba gerir o Mineirão com imparcialidade, como se empenha em fazer.
COMENTÁRIO DA NOTÍCIA
A Minas Arena nada mais fez que assumir uma incompetência e pior: acreditar que ela fez certo. Como disse ontem, no programa Bastidores, da Itatiaia, o jornalista e deputado João Vitor Xavier, "Não tem como você alugar um local para seu casamento e alguém dar palpite naquilo que você não quer". Por mais que o Cruzeiro não seja dono do Mineirão, e execução daquele hino feio foi inadmissível. Falar que aquilo faz parte de uma festa é, no mínimo, um ultraje. A casa é do Cruzeiro e quem manda no local, mesmo que alugado, é o Cruzeiro. Fazer algo diferente daquilo que o clube mandatário deseja é um amadorismo a mais que essa porcaria de empresa, chamada Minas Arena, mais uma vez comete. Foi simplesmente ridículo e Gilvan fez bem em deixar o estádio em meio a essa palhaçada. Volto a dizer: o Cruzeiro deveria acionar a empresa na justiça, alegando danos morais. Enquanto a Minas Arena se sentir no direito de fazer aquilo que ela quer, vai ser sempre uma porcaria, para não dizer algo pior. Minas Arena, como você é amadora! Péssima das péssimas!
RESUMÃO DE QUARTA
No Palmeiras, a palavra é contra o que diz o bastidor da negociação entre Cruzeiro e o clube paulista. Segundo informações, o Cruzeiro já teria acertado as bases salariais com Souza e estava dependendo apenas de um acerto com o Palmeiras, detentor de 20% do atleta. "Conversamos com o Souza e acertamos sua permanência até o fim
do ano. Até o momento, não recebemos proposta do Cruzeiro", disse o diretor executivo do Palmeiras, José Carlos Brunoro. Nos bastidores é dada como certa a contratação do jogador que, como dizemos, não seria nossa opção para reforçar o clube.
O técnico Marcelo Oliveira, comentou, nesta terça-feira, sobre o volante Souza, do Palmeiras. O treinador foi cauteloso e disse que preferia
evitar falar sobre uma contratação ainda não efetivada, mas deixou
escapar elogios ao jogador. “Não dá para comentar em cima de especulação, mas posso falar que é bom
jogador, esteve em outras listas minhas (de reforços) no Vasco e agora
no Cruzeiro, é um jogador de boa marcação, bola parada muito boa, mas em
cima de especulação eu não gostaria de comentar muito mais do que
isso”, disse Marcelo. Acreditamos que um jogador "camisa 8", hoje, no Cruzeiro, é dispensável. Precisamos de um "camisa 5".
Titular nos dois jogos
da final do Campeonato Mineiro, contra o Atlético, Leo ficará fora até
do banco de reservas diante do Resende, nesta quarta-feira, às 22h, no
Mineirão, pela Copa do Brasil. O jogo marcará a estreia de Dedé, contratação mais cara da história do Cruzeiro.
Ao seu lado atuará Bruno Rodrigo, que cumpriu suspensão na decisão do
Estadual, no domingo. Paulão, que foi titular naquele jogo, ficará no
banco de reservas contra o Resende. O técnico Marcelo Oliveira relacionou 19 jogadores para partida pela Copa
do Brasil. A equipe titular será formada por Fábio; Ceará, Bruno
Rodrigo, Dedé e Egídio; Leandro Guerreiro e Nilton; Everton Ribeiro,
Diego Souza e Dagoberto; Borges. Pelo que jogou diante do nosso rival, Paulão deveria ser titular contra o Resende. Leo, o reserva. E Bruno Rodrigo que aguardasse uma oportunidade. Aliás, a expulsão infantil dele causou um grande prejuízo ao clube e, pelo visto, agora recebe uma premiação do treinador, voltando como titular depois de cometer uma besteira gigante. Mais uma incoerência desse treinador.
Relação dos 19 jogadores convocados:
Goleiros: Fábio e Rafael
Laterais-direitos: Ceará e Mayke
Zagueiros: Bruno Rodrigo, Dedé e Paulão
Lateral-esquerdo: Egídio
Volantes: Leandro Guerreiro, Lucas Silva e Nilton
Meias: Diego Souza, Elber e Everton Ribeiro
Atacantes: Anselmo Ramon, Borges, Dagoberto, Luan e Lucca
Relação dos 19 jogadores convocados:
Goleiros: Fábio e Rafael
Laterais-direitos: Ceará e Mayke
Zagueiros: Bruno Rodrigo, Dedé e Paulão
Lateral-esquerdo: Egídio
Volantes: Leandro Guerreiro, Lucas Silva e Nilton
Meias: Diego Souza, Elber e Everton Ribeiro
Atacantes: Anselmo Ramon, Borges, Dagoberto, Luan e Lucca
terça-feira, 21 de maio de 2013
EM DIA DE MANIFESTO CONTRA MINAS ARENA, CRUZEIRO DEIXA SITUAÇÃO DE SOUZA BEM ADIANTADA
Volante do Palmeiras deverá ser anunciado pela Raposa até o final dessa semana
POR: JOÃO VITOR VIANA
O volante tão falado pelo Cruzeiro é Souza, do Palmeiras. Na nossa opinião, um bom jogador, mas bem diferente daquilo que declarou Gilvan de Pinho Tavares, quando afirmou que "há tempos deseja vê-lo vestindo a camisa do Cruzeiro". É um jogador que se destacou no Náutico, no ano passado e que, esse ano, vive uma crise interna com a direção do Palmeiras. Quer aumento e a diretoria do time paulista não tem como cumprir esse compromisso. Tanto é que não fará objeção a algum clube que queira tê-lo por agora. Afinal, ainda há como "lucrar" em cima dele. E o Cruzeiro, pelo que se fala nos bastidores, está já acertado com o jogador, dependendo tão somente de acertar com o Palmeiras. O que é especulado é que o Cruzeiro liberaria parte dos direitos de Marcelo Oliveira ou Charles para contar com Souza. O Palmeiras, hoje, tem somente 20% do atleta. Os outros 80% são de investidores.
Mas a notícia que foi destaque na tarde desta terça-feira foi a nota divulgada pelo Cruzeiro, em repúdio à Minas Arena, que deixou tocar, no sistema de som do estádio, o hino do rival, quando da comemoração do título mineiro. Realmente, para quem tava no estádio, foi algo grotesco, uma vez que ali é a casa do Cruzeiro.
Gilvan divulgou carta falando, inclusive, de romper o contrato firmado com a Minas Arena, uma vez que se sentiu lesado diante de tamanha afronta: “Em razão dos lamentáveis fatos ocorridos ao final da partida do último
domingo, em que a Minas Arena veiculou nos seus serviços de som o hino
do clube adversário, em exato momento em que a torcida do Cruzeiro
Esporte Clube demonstrava seu apoio à equipe que acabava de vencer a
partida, servimo-nos do presente para manifestar nossa revolta com os
fatos praticados (…) A veiculação do hino adversário demonstrou um
ataque frontal ao senso de parceria formalmente estabelecida entre as
partes, tendo a Minas Arena sorrateiramente se valido de golpe vil
contra um parceiro comercial que, como se sabe, lhe serve hoje como
pilar principal. Além disso, trata-se de um desrespeito à instituição
que tem o Mineirão como “sua casa” e em descaso para com o torcedor
Cruzeirense, que fez do estádio o palco do seu espetáculo. Consternado
com a afronta desmedida, impensada e inoportuna, o Presidente do
Cruzeiro Esporte Clube imediatamente se retirou do estádio”.
Na nossa opinião, o que deveria ocorrer é uma ação do Estado de Minas Gerais, dono real do estádio, para fazer a Minas Arena trabalhar de forma correta. Não é a primeira vez que mostram amadorismo. Há muito o que ser feito no Mineirão em termos de infraestrutura, em termos de conforto, dentre outros quesitos. E o Estado tem que mexer no bolso desses incompetentes. Romper o contrato, Gilvan, será ruim para o Cruzeiro e principalmente para o torcedor, que a cada dia adere mais ao Sócio do Futebol e que, diante de uma atitude impensada, pode até entrar na justiça contra o clube, requerendo danos morais por comprar um produto que era um e depois passa a ser outro. O Cruzeiro tem que jogar no Mineirão. E quem deve aprender a administrar uma empresa, que é o Mineirão, é a Minas Arena.
De fato, tocar aquela porcaria de hino foi um absurdo. Ainda bem que a torcida abafou o som do estádio, cantando bem alto e deixando a festa das galinhas um pouco xôxa.
O Cruzeiro deveria acionar a Minas Arena na justiça. Talvez esse seja o melhor caminho.
Confira o teor da carta divulgado pela assessoria do Cruzeiro:
"NOTIFICAÇÃO EXTRA-JUDICIAL
À Minas Arena - Gestão de Instalações Esportivas S/A
Sr. Ricardo Salles de Oliveira Barra
Diretor-Presidente
Senhor Diretor,
Em razão dos lamentáveis fatos ocorridos ao final da partida do último domingo, em que a Minas Arena veiculou nos seus serviços de som o hino do clube adversário, em exato momento em que a torcida do Cruzeiro Esporte Clube demonstrava seu apoio à equipe que acabava de vencer a partida, servimo-nos do presente para manifestar nossa revolta com os fatos praticados, dentre outros que passamos a descrever.
A veiculação do hino adversário demonstrou um ataque frontal ao senso de parceria formalmente estabelecida entre as partes, tendo a Minas Arena sorrateiramente se valido de golpe vil contra um parceiro comercial que, como se sabe, lhe serve hoje como pilar principal. Além disso, trata-se de um desrespeito à instituição que tem o Mineirão como “sua casa” e em descaso para com o torcedor Cruzeirense, que fez do estádio o palco do seu espetáculo. Consternado com a afronta desmedida, impensada e inoportuna, o Presidente do Cruzeiro Esporte Clube imediatamente se retirou do estádio.
Não obstante a aleivosia gratuita, tal ato poderia ter sido, inclusive, desencadeador de uma infinidade de atos violentos por parte da torcida, que teve seu brado contido no seu próprio lar, proveniente daquele que se diz parceiro. E o que causa mais espécie, é que antes da partida havia sido solicitada pelo Cruzeiro EC a exibição do seu hino no serviço de som do estádio – em que é mandante e parceiro – como forma de motivar sua equipe e sua torcida (que representava 90% do estádio, frisa-se, mandante), cujo apoio era imprescindível para o desafio que se impunha, e que logrou êxito mediante uma atuação brilhante e vitoriosa de seus atletas.
Mas, infelizmente, a irracionalidade e o despreparo na lida com a parceria e com as necessidades inerentes à atividade futebolística, fez com que a Minas Arena olvidasse os mais comezinhos princípios da ética e bom senso, deixando-os a margem da relação jurídica estabelecida.
Como se isso não fosse suficiente, aproveitamos o ensejo para notificar sobre as mais diversas e diversificadas formas possíveis de infração ás disposições contratuais, reiteradas, entre elas a falha na prestação de serviços ao torcedor, ausência de informação adequada, não concessão de vagas de estacionamento ao Notificante, falta de transparência, inadimplência e atraso com pagamentos de verbas contratualmente estabelecidas, ausência de prestação de contas, dentre outros.
Pela presente, portanto, fica a Minas Arena Gestão de Instalações Esportivas S/A devidamente notificada, sobretudo para que tenha reavivada a certeza das suas infrações cometidas, e ciente de que estão sendo objetos de estudo pelo Notificante como motivadoras, juntamente com todas as demais, de rescisão justa do contrato de fidelidade firmado, com as implicações a ela inerentes.
Atenciosamente,
Gilvan de Pinho Tavares
Presidente do Cruzeiro Esporte Clube"
À Minas Arena - Gestão de Instalações Esportivas S/A
Sr. Ricardo Salles de Oliveira Barra
Diretor-Presidente
Senhor Diretor,
Em razão dos lamentáveis fatos ocorridos ao final da partida do último domingo, em que a Minas Arena veiculou nos seus serviços de som o hino do clube adversário, em exato momento em que a torcida do Cruzeiro Esporte Clube demonstrava seu apoio à equipe que acabava de vencer a partida, servimo-nos do presente para manifestar nossa revolta com os fatos praticados, dentre outros que passamos a descrever.
A veiculação do hino adversário demonstrou um ataque frontal ao senso de parceria formalmente estabelecida entre as partes, tendo a Minas Arena sorrateiramente se valido de golpe vil contra um parceiro comercial que, como se sabe, lhe serve hoje como pilar principal. Além disso, trata-se de um desrespeito à instituição que tem o Mineirão como “sua casa” e em descaso para com o torcedor Cruzeirense, que fez do estádio o palco do seu espetáculo. Consternado com a afronta desmedida, impensada e inoportuna, o Presidente do Cruzeiro Esporte Clube imediatamente se retirou do estádio.
Não obstante a aleivosia gratuita, tal ato poderia ter sido, inclusive, desencadeador de uma infinidade de atos violentos por parte da torcida, que teve seu brado contido no seu próprio lar, proveniente daquele que se diz parceiro. E o que causa mais espécie, é que antes da partida havia sido solicitada pelo Cruzeiro EC a exibição do seu hino no serviço de som do estádio – em que é mandante e parceiro – como forma de motivar sua equipe e sua torcida (que representava 90% do estádio, frisa-se, mandante), cujo apoio era imprescindível para o desafio que se impunha, e que logrou êxito mediante uma atuação brilhante e vitoriosa de seus atletas.
Mas, infelizmente, a irracionalidade e o despreparo na lida com a parceria e com as necessidades inerentes à atividade futebolística, fez com que a Minas Arena olvidasse os mais comezinhos princípios da ética e bom senso, deixando-os a margem da relação jurídica estabelecida.
Como se isso não fosse suficiente, aproveitamos o ensejo para notificar sobre as mais diversas e diversificadas formas possíveis de infração ás disposições contratuais, reiteradas, entre elas a falha na prestação de serviços ao torcedor, ausência de informação adequada, não concessão de vagas de estacionamento ao Notificante, falta de transparência, inadimplência e atraso com pagamentos de verbas contratualmente estabelecidas, ausência de prestação de contas, dentre outros.
Pela presente, portanto, fica a Minas Arena Gestão de Instalações Esportivas S/A devidamente notificada, sobretudo para que tenha reavivada a certeza das suas infrações cometidas, e ciente de que estão sendo objetos de estudo pelo Notificante como motivadoras, juntamente com todas as demais, de rescisão justa do contrato de fidelidade firmado, com as implicações a ela inerentes.
Atenciosamente,
Gilvan de Pinho Tavares
Presidente do Cruzeiro Esporte Clube"
SUGESTÃO DO CRUZEIRO ONLINE PARA VOLANTE: ADILSON, EX-GRÊMIO
BLOG SITE CRUZEIRO ONLINE
O Cruzeiro deve anunciar, em breve, um jogador para atuar no meio-campo. Contudo, fala-se em atleta que é mais técnico, que sai para o jogo. Nada de volante de marcação. Nada daquele jogador que faz o combate e dá o primeiro passe.
Segundo Gilvan de Pinho Tavares, esse jogador atua no futebol brasileiro. Se a gente fosse consultado para indicar um nome, um deles seria o de Adilson, ex-Grêmio, hoje no Terek Grozny, da Rússia. O jogador, de 26 anos, foi revelado pelo Tricolor Gaúcho, por onde jogou cinco anos. Contudo, ele destoa do perfil procurado pelo Cruzeiro, pois tarta-se de um "leão de chácara", aquele que tem a marcação como principal característica.
Sinceramente, acredito que o Cruzeiro não deveria ir atrás de um segundo volante. Para essa posição temos Nilton, Tinga, Henrique e Lucas Silva. Adilson sim, seria um jogador mais útil. Encaixaria como uma luva na equipe e daria o suporte necessário á defesa.
RESUMÃO DE TERÇA
O gerente de futebol do Cruzeiro, Valdir Barbosa, deu entrevista ontem à imprensa. Afirmou que o Cruzeiro está em busca de "ajustes", que vai contratar um volante e que alguns atletas devem sair, até porque não estão nos planos. O Cruzeiro tem hoje, um elenco muito grande e deve se desfazer de alguns. Dois irão para o Vasco. Outros ainda deverão ser negociados. E dois ou três jogadores serão contratados. Despistou sobre trazer um lateral-esquerdo, mas é sabido que na Toca II se falam em três nomes: um volante, um lateral-esquerdo e um zagueiro. Sobre as declarações infelizes do presidente da galinha, Valdir disse que nunca chamou torcida para comemorar Campeonato Mineiro na Praça Sete, que é rotineiro. "O Cruzeiro chama torcida para comemorar título importante, como Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores".
Dedé foi o destaque do treino desta segunda-feira. Ele participou de coletivo para os reservas do time celeste e esteve ao lado de Bruno Rodrigo. Inclusive, os dois zagueiros tiveram uma conversa com Marcelo Oliveira durante três minutos. Dedé disse estar preparado para a estreia pelo Cruzeiro. “Com certeza, treinei bastante, três semanas pegando firme, tudo que é tipo de treino, e estou feliz por estar chegando a hora boa de jogar. Acho que estou preparado, bem fisicamente, sem ritmo de jogo, mas bem fisicamente”, admitiu. No final do treinamento, Dedé ainda cobrou 17 faltas, marcou um gol e mandou uma bola na trave. Entretanto, o jogador negou ser o responsável por cobrar faltas no time celeste. “Foi um treinamento para adaptar a batida de bola, gosto sempre de treinar, para se adaptar à bola mesmo, treinei com outro tipo de bola, mas tenho um gol de falta pelo Vasco e vou trabalhar, acho que tenho potencial nisso e posso melhorar bastante”, afirmou o zagueiro.
O sócio da modalidade Cruzeiro Sempre já pode adquirir ingressos para a partida contra o Resende, nesta quarta-feira, às 22h, no Mineirão. A compra é realizada pelo site www.sociodofutebol.com.br e cada associado tem direito a um ingresso com 50% de desconto. O duelo é válido pela Copa do Brasil e marca a estreia do zagueiro Dedé. Na partida de ida, o clube celeste venceu por 2 a 1. A venda para sócios ocorre até a quarta-feira, às 16h (seis horas antes do início do jogo).
Preços dos ingressos já com desconto:
- Superior Amarelo, Portão C: R$ 30 (o mesmo local do Sócio Brasileiro)
- Inferior Amarelo, Portão C: R$ 30 (o mesmo local do Sócio Copa do Brasil)
- Superior Vermelho, Portão D: R$ 40 (o mesmo local do Sócio Libertadores)
- Superior Roxo, Portão B: R$ 50 (o mesmo local do Sócio Tríplice Coroa)
Confira mais detalhes:
Sócio Copa do Brasil: Portão C, Inferior Amarelo e acesso pela Esplanada Sul.
Sócio Brasileiro: Portão C, Superior Amarelo e acesso pela Esplanada Sul.
Sócio Libertadores: Portão D, Superior Vermelho e acesso pela Esplanada Sul.
Sócio Tríplice Coroa: Portão B, Superior Roxo e acesso pela Esplanada Sul.
Preços dos ingressos já com desconto:
- Superior Amarelo, Portão C: R$ 30 (o mesmo local do Sócio Brasileiro)
- Inferior Amarelo, Portão C: R$ 30 (o mesmo local do Sócio Copa do Brasil)
- Superior Vermelho, Portão D: R$ 40 (o mesmo local do Sócio Libertadores)
- Superior Roxo, Portão B: R$ 50 (o mesmo local do Sócio Tríplice Coroa)
Confira mais detalhes:
Sócio Copa do Brasil: Portão C, Inferior Amarelo e acesso pela Esplanada Sul.
Sócio Brasileiro: Portão C, Superior Amarelo e acesso pela Esplanada Sul.
Sócio Libertadores: Portão D, Superior Vermelho e acesso pela Esplanada Sul.
Sócio Tríplice Coroa: Portão B, Superior Roxo e acesso pela Esplanada Sul.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
TINGA: "A TORCIDA VAI TER SUA RECOMPENSA"
"Já vivi muita coisa no futebol, mas nunca tinha vivido uma
situação dessa, de uma equipe estar com desvantagem de 3 a 0 e ver a
torcida desde meio-dia na Toca, acompanhando o time,
com confiança tremenda. Lógico que queria estar em campo para ajudar o
pessoal, mas tive uma experiência única de ver, na verdade, o que é uma
torcida apoiar o time. A gente escuta muito no Brasil
falarem que as torcidas só apoiam quando ganham. A torcida do Cruzeiro
deu uma aula de como é apoiar. Com certeza, a torcida será recompensada
este ano e vamos ganhar algo maior que esse Estadual. Podem ter certeza".
Tinga, volante do Cruzeiro
REALMENTE ERA PARA ACREDITAR
POR: RAPOSO SENSATO
Em se tratando de Cruzeiro, acreditar é algo normal.
Nas maiores adversidades, o Cruzeiro dá seu sangue, mostra sua grandeza.
Faz assim também a sua torcida.
Ontem, era para acreditar de forma igual.
Tanto que o time venceu.
Mostrou garra, técnica, vontade.
Fez 2 a 0 ainda no primeiro tempo.
Dagoberto, no primeiro tempo, deixou Marcos Rocha a ver navios.
No segundo tempo, não sei o motivo, mudou de lado (não sei o porquê)
Veio a segunda etapa e o time não voltou mais no mesmo ritmo.
Quem entrou não foram aqueles que decidiriam a partida.
Marcelo confiou em Ricardo Goulart e Anselmo Ramon.
O caminho era pelo dinamismo, pela velocidade.
Marcelo acreditou mais na força, no jogo e corpo, na atuação do pivô.
Para mim, uma tática pouco ousada.
Teria optado pela velocidade.
Mas acreditei até o fim.
Ou, ao menos, até o gol do adversário, que veio de erro individual.
Mas o Cruzeiro mostrou vontade, gana e a torcida foi espetacular.
Estamos no caminho, precisamos de ajustes, de peças e uma ou outra mudança.
E algo que não pode faltar ao time é vibração.
Tanto do técnico, quanto dos jogadores.
Quem não se encaixar nesse perfil, minha opinião, devia pedir para sair.
Pois, historicamente, o Cruzeiro pode até ser o time clássico, do toque de bola.
Mas dentro de campo, é sangue, é raça, é vibração.
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